
O que fazer com crianças em Perdizes e Pompeia no fim de semana: três passeios possíveis
Três ideias de passeio com crianças por Perdizes, Pompeia e arredores, entre parques, livros, cultura e uma pausa para almoçar no jardim.
Histórias, lugares e roteiros para conhecer melhor a região.
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Três ideias de passeio com crianças por Perdizes, Pompeia e arredores, entre parques, livros, cultura e uma pausa para almoçar no jardim.

Um roteiro de sábado com crianças entre o Parque da Água Branca, programas culturais em Perdizes e Pompeia e almoço em um jardim.

Do livro infantil à comida como cultura: cinco livrarias e uma casa de formação oferecem motivos diferentes para sair em busca de uma leitura.

Um parque histórico, uma praça ligada às águas, caminhos para caminhar e um espaço de skate: escolha o passeio pelo que gostaria de fazer.

O Reservatório do Araçá reúne árvores, caminhos e a história do abastecimento de São Paulo.

Galpões preservados, torres esportivas e um córrego sob o terreno ajudam a entender o projeto de Lina Bo Bardi e sua relação com o bairro.

A mobilização do Ocupe & Abrace mudou o nome e o uso da Praça Homero Silva. Sua história mostra o trabalho necessário para cuidar de uma área verde de bairro.

Construções históricas, árvores e caminhos preservam a memória rural de São Paulo.

Na Água Branca, a mediação por Mestres de Saberes e a participação do Conselho Aty Mirim colocam pessoas e perspectivas indígenas na condução do museu.

As antigas estruturas da fábrica Matarazzo ganharam novos usos ligados à cultura e à convivência.

Uma casa-museu no Sumaré aproxima a biblioteca, a arte e os objetos domésticos da trajetória do escritor.

Da montagem universitária de Morte e Vida Severina à reconstrução do teatro, uma história de cultura e mobilização em Perdizes.

Futebol, memória e cultura ajudam a atravessar as muitas formas de viver o Brasil.

Idealizado por Ricardo Karman, o Centro da Terra nasceu de dez anos de escavações e mantém uma programação ligada à pesquisa artística.

Produtores levam alimentos, histórias e modos de cultivo ao galpão do parque.

Palco próximo, curadoria cuidadosa e uma programação dedicada à música brasileira.

Teatro, música, cinema e encontros convivem em uma casa que aproxima artistas e público.

Arquitetura, educação e episódios decisivos da história recente do país se encontram em Monte Alegre.

Uma área usada nas obras do metrô se transformou em parque e ponto de encontro do esporte urbano.

Entre a igreja, a feira e os caminhos cotidianos, a praça preserva uma forma valiosa de convivência.

Antigas rotas do bairro, uma igreja tombada e um sino ligado à Independência se encontram no largo.

A Livraria das Perdizes ocupa o endereço da antiga Livraria Cortez e combina a venda de livros com encontros literários e atividades no auditório.

Partidas, shows e multidões atravessam a memória do Palmeiras e alteram o ritmo da região.

Uma pequena sala recupera a intimidade do cinema de bairro e abre espaço para filmes fora do circuito habitual.

Cercado por edifícios recentes, o parque participa da formação de uma nova paisagem urbana.

Darcy Ribeiro e Oscar Niemeyer aproximaram arte, história e culturas latino-americanas em um conjunto monumental.

Antes dos edifícios e ruas movimentadas, uma criação de aves teria batizado esse pedaço de São Paulo.

Cardoso de Almeida, Turiassu e a sequência de nomes indígenas guardam camadas da formação local.
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